O esgotamento no trabalho não é falta de força — muitas vezes é o sinal de que você está carregando mais do que deveria, por tempo demais.
Esgotamento no trabalho: quando o excesso começa a adoecer
O esgotamento no trabalho geralmente não surge de um dia para o outro. Ele vai se formando em rotinas de pressão constante, excesso de responsabilidades, cobranças elevadas, poucas pausas e dificuldade de desconexão. Com o tempo, o corpo até continua funcionando — mas a mente já ultrapassou seus limites.
Sinais comuns de sobrecarga emocional
- Cansaço persistente, mesmo após descanso
- Irritabilidade, impaciência ou sensação de “estar no limite”
- Dificuldade de concentração e queda no rendimento
- Desânimo, ansiedade ou apatia em relação ao trabalho
- Alterações no sono e sensação de tensão constante
O impacto emocional do trabalho excessivo
Quando o trabalho passa a ocupar todo o espaço interno, ele deixa de ser apenas uma parte da vida e se torna fonte de sofrimento. Isso pode afetar relações, autoestima, saúde física e emocional, trazendo a sensação de que nada é suficiente — e de que você sempre precisa “aguentar mais”.
O papel da psicoterapia
A psicoterapia oferece um espaço seguro de escuta e acolhimento para compreender o que levou ao esgotamento, identificar padrões de autoexigência, resgatar limites e reconstruir uma relação mais saudável com o trabalho — e consigo mesma.
No processo terapêutico, é possível reorganizar prioridades, fortalecer recursos emocionais e criar caminhos de cuidado que não dependam de você “quebrar” para então pedir ajuda.
🌱 Você não precisa adoecer para reconhecer que algo precisa mudar.
— Ana Paula Ap. Vieira | Psicóloga Clínica (CRP 06/217114)
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